Não sei de que amora azul silvestre
Nem de que fundo acidulado
Demora teu corpo lento agreste
Rente ao meu corpo aprisionado.
Sei só teus braços ramos norte
Troncos e pernas tropeções
Sei só do frio que lavra forte
Corpos e braços e corações.
Autor: Rafael Caitano
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