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	<title>O Amor é Lindo</title>
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	<description>Um poema por dia, nem sabe o bem que lhe fazia...</description>
	<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 04:46:09 +0000</pubDate>
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		<title>Como sou feliz</title>
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		<pubDate>Sat, 03 May 2008 22:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando tenho a certeza
Que não és ilusão, nem sonho
É uma sensação tão emocionante
Um sentimento de amor tão profundo
Que trocaria todo o mundo
Para viver só contigo
Para ser só teu.
Autor: Desconhecido
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando tenho a certeza<br />
Que não és ilusão, nem sonho<br />
É uma sensação tão emocionante<br />
Um sentimento de amor tão profundo<br />
Que trocaria todo o mundo<br />
Para viver só contigo<br />
Para ser só teu.</p>
<p>Autor: Desconhecido</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Amo-te assim</title>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/05/02/amo-te-assim/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 May 2008 22:52:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Amo-te assim
Sem enfeites nem disfarces
Ungida pela água.
Cabelo corrido pelos ombros,
Olhos brilhantes de alegria e volúpia
Toda amor mar e harmonia
Como se tivesses descido do céu
E uma nuvem fosse o longo véu
Que nos envolvesse eternamente.
Autor: Desconhecido
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amo-te assim<br />
Sem enfeites nem disfarces<br />
Ungida pela água.<br />
Cabelo corrido pelos ombros,<br />
Olhos brilhantes de alegria e volúpia<br />
Toda amor mar e harmonia<br />
Como se tivesses descido do céu<br />
E uma nuvem fosse o longo véu<br />
Que nos envolvesse eternamente.</p>
<p>Autor: Desconhecido</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ressurreição</title>
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		<pubDate>Thu, 01 May 2008 22:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Como se num segundo ele se fosse,
Sem deixar resposta alguma,
Somente a memória,
Doces lembranças do seu calor
Seus lábios se estalando ao separar dos meus,
Após um longo momento de união,
Quando os dois corpos se uma alma.
Saudade&#8230;
Os momentos em que me apoiava,
Sentia as batidas aceleradas que vinham daquele peito,
No qual eu era docemente pressionada, com amor.
Onde estará agora?
Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como se num segundo ele se fosse,<br />
Sem deixar resposta alguma,<br />
Somente a memória,<br />
Doces lembranças do seu calor<br />
Seus lábios se estalando ao separar dos meus,<br />
Após um longo momento de união,<br />
Quando os dois corpos se uma alma.<br />
Saudade&#8230;<br />
Os momentos em que me apoiava,<br />
Sentia as batidas aceleradas que vinham daquele peito,<br />
No qual eu era docemente pressionada, com amor.<br />
Onde estará agora?<br />
Em outro pensamento?<br />
Não! Não, não, não&#8230;<br />
Está em minha mente,<br />
Meus sonhos, desejos, ilusões<br />
Meu interior, minha alma,<br />
És minha vida, me pertence.<br />
Como sempre um equívoco,<br />
Assim a distância<br />
Um enorme caminho<br />
E entre um passo e outro,<br />
Cartas perfumadas e páginas amorosas desaparecem,<br />
traças famintas e frias,<br />
As devoram vorazmente<br />
E desta insensível refeição,<br />
Só resta o pó.<br />
Será você minha traça?<br />
Que com um adeus digeriu minha alma<br />
E deixou este corpo se despedaçando?<br />
Sou a ruína, a caminho da destruição,<br />
Pois com o tempo,<br />
Um corpo vazio se desintegra<br />
E resta o pó.<br />
E neste labirinto de inseguranças<br />
E desejos mais fortes que a razão,<br />
Me perdi.<br />
Dentro de mim só havia amor e paixão,<br />
Sentimentos, que com a sua perda me desorientaram<br />
Pois estavam presos<br />
E assim<br />
Permaneceram<br />
Resultando em triste fim;<br />
Submersos por sete palmos de terra foram esquecidos.<br />
Em meio as traças,<br />
Solidão, desamor, abandono,<br />
Que um dia levaram a alma E deixaram o corpo envolvido em bálsamo,<br />
Um corpo que ansiava por carinho,<br />
Mas que não suportou o tempo<br />
A alma arrancada vaga,<br />
Vaga pelo caminho<br />
Escapado do fim<br />
E aguarda calmamente,<br />
Apenas espera&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Procurando</title>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/30/procurando/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 22:08:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Por infinitas vezes tive essa sensação
Mas após um tempo&#8230;a perdi
Desconhecia o que realmente fazia-a manifestar-se dentro de mim.
Num intuito de liberdade, satisfação,
Ficava feliz sem a presença de qualquer semelhante.
Mas qual a causa dessa maravilhosa sensação que saciava-me?
Procurei companhia amorosa,
Outras vezes, amigável,
Procurei abrigo em palavras desconhecidas.
Tudo consegui mas nada realmente encontrei.
Fui em busca da revolta
Mas me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por infinitas vezes tive essa sensação<br />
Mas após um tempo&#8230;a perdi<br />
Desconhecia o que realmente fazia-a manifestar-se dentro de mim.<br />
Num intuito de liberdade, satisfação,<br />
Ficava feliz sem a presença de qualquer semelhante.<br />
Mas qual a causa dessa maravilhosa sensação que saciava-me?<br />
Procurei companhia amorosa,<br />
Outras vezes, amigável,<br />
Procurei abrigo em palavras desconhecidas.<br />
Tudo consegui mas nada realmente encontrei.<br />
Fui em busca da revolta<br />
Mas me impediram<br />
Então, regredi ao passado<br />
E enfim encontrei o afago necessitado<br />
Tudo pelo qual havia pestanejado<br />
Agora em minhas mãos,<br />
Transmitindo inspiração<br />
Um amontoado de folhas<br />
Repletas de palavras,<br />
Formando frases e uma só história<br />
Um livro que exprime vida, me amparando e realizando.<br />
Sem a ajuda direta, de todos,<br />
Acabei alegre<br />
Com um livro, música e a vida passando<br />
Distante de mim,<br />
E pude sorrir tendo a certeza que cheguei à paz.<br />
A tudo aquilo que ampara minha alma, dando satisfação e prazer,<br />
Sem ferir a Deus ou ao próximo.<br />
Ainda tenho o desejo da revolta,<br />
Mas acalmado pela força que reside em mim agora.<br />
Aos poucos tudo será realizado</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O silêncio dos que gritam</title>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/29/o-silencio-dos-que-gritam/</link>
		<comments>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/29/o-silencio-dos-que-gritam/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 22:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[A mim a solidão representa a liberdade
Liberdade que não encontro diante a multidão,
Aos risos, gritos e gestos,
As formas humanas em movimento.
Encontro-a somente em meio a calada da noite,
Quando todos os corpos se deitam
E o silêncio reina em meio aos sonhos.
Estranha liberdade,
Que me faz viver
Sou livre porque não há quem me prender
Todos estão envolvidos pelas nuvens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A mim a solidão representa a liberdade<br />
Liberdade que não encontro diante a multidão,<br />
Aos risos, gritos e gestos,<br />
As formas humanas em movimento.<br />
Encontro-a somente em meio a calada da noite,<br />
Quando todos os corpos se deitam<br />
E o silêncio reina em meio aos sonhos.<br />
Estranha liberdade,<br />
Que me faz viver<br />
Sou livre porque não há quem me prender<br />
Todos estão envolvidos pelas nuvens do sono.<br />
Enquanto eu,<br />
Eu!<br />
Me encontro de olhos abertos,<br />
Rindo, escrevendo, pensando, vivendo.<br />
Não existem julgamentos, condenações,<br />
Só há meu rosto sorrindo,<br />
Apenas um corpo solitário de alma alegre,<br />
Realizada, pois está livre.<br />
São apenas algumas horas de liberdade,<br />
Mas que estão ali, existem!<br />
Talvez não seja a liberdade verdadeira a todos,<br />
Porém, para mim é muito mais que isto.<br />
Pois a sociedade que me segura,<br />
Que retém minhas expressões,<br />
Aprisionando-me dentro de minhas próprias entranhas,<br />
Não está mais ali, desapareceu.<br />
Por isso estou livre.<br />
Livre para olhar as estrelas e sorrir,<br />
Admirar a lua e desejar,<br />
Para abrir os olhos e viver com a liberdade no coração.<br />
E em meio aos raios da tristeza,<br />
E ao silêncio da alegria,<br />
Me sinto livre,<br />
Completamente liberta.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Piedade</title>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/28/piedade/</link>
		<comments>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/28/piedade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 22:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[O desespero vem
Como num piscar de olhos,
Não há nada,
Somente a escuridão,
Levemente apagada pela fraca luz da lua,
Que tende a desaparecer cada vez mais.
O breu amordecedor
Toma conta da minha alma.
Possuída estou,
Pelas sombras,
Mais fortes que eu
E em meu corpo penetram
Tornando-me vulnerável.
Não vejo mais nada
Tudo desapareceu,
A lua se foi
E já não sinto mais as picadas incessantes em meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desespero vem<br />
Como num piscar de olhos,<br />
Não há nada,<br />
Somente a escuridão,<br />
Levemente apagada pela fraca luz da lua,<br />
Que tende a desaparecer cada vez mais.<br />
O breu amordecedor<br />
Toma conta da minha alma.<br />
Possuída estou,<br />
Pelas sombras,<br />
Mais fortes que eu<br />
E em meu corpo penetram<br />
Tornando-me vulnerável.<br />
Não vejo mais nada<br />
Tudo desapareceu,<br />
A lua se foi<br />
E já não sinto mais as picadas incessantes em meu frágil corpo<br />
Já não sinto nada,<br />
Pois não tenho o sentir<br />
Nem o porque.<br />
Grito, mas não ouço o desespero<br />
Choro, mas não enxergo lágrimas escorrendo<br />
Me debato, mas não sinto a dor dos punhos<br />
Não vejo o sangue explodindo de minhas sofridas veias.<br />
Conseguiram!<br />
Estou vazia e vulnerável.<br />
Tudo se foi.<br />
Penso numa saída,<br />
Porém não há portas<br />
Somente enormes paredes<br />
Que me envolvem<br />
Como um meio de proteção,<br />
Mas na verdade,<br />
Me seguram,<br />
Sugando minha alma<br />
Deixando aqui,<br />
Somente este corpo vazio e insensível<br />
Caio de joelhos,<br />
A pedir por piedade,<br />
Clemência, pois nada fiz.<br />
Respondem duramente que não tenho escolha<br />
Minha sentença foi determinada<br />
E será friamente cumprida.<br />
De repente o silêncio se torna mortal<br />
A solidão leva de vez minha esperança,<br />
Sou humana, frágil, pecadora<br />
E neste momento fria,<br />
Pois não tenho mais alma<br />
Não há como suportar,<br />
Estou derrubada.<br />
Agora vejo o sangue minando<br />
E sinto as picadas, seguidas de lágrimas<br />
Aos poucos vou perdendo os sentidos<br />
E assim, em meio ao desespero e a fragilidade<br />
A morte me envolve calada<br />
Com sua tristeza<br />
E me leva em seus braços<br />
Escapando,<br />
Acobertada pela escuridão<br />
Para uma eternidade desconhecida<br />
E amedrontadora.<br />
E, em meio a dor e a solidão<br />
Estendida miseravelmente no chão<br />
Derrotada,<br />
Me pergunto inocentemente,<br />
O que a morte fará ao se livrar de mim?<br />
Inconscientemente me pergunto:<br />
Quem será o próximo?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Se encontrar</title>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/27/se-encontrar/</link>
		<comments>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/27/se-encontrar/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 22:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/27/se-encontrar/</guid>
		<description><![CDATA[Viver só, não ter amigos,
Não ter a quem amar, não ser amado.
Não ter a quem sequer odiar.
Mas se conseguir se entender, se auto compreender,
Não estará mais só.
Se mesmo assim se sentir só,
Reze, com fé.
Permita que sua alma levite e encontre com Ele.
Faça suas preces e ore a sua maneira.
Deus lhe libertará da solidão.
Se se sentir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Viver só, não ter amigos,<br />
Não ter a quem amar, não ser amado.<br />
Não ter a quem sequer odiar.<br />
Mas se conseguir se entender, se auto compreender,<br />
Não estará mais só.<br />
Se mesmo assim se sentir só,<br />
Reze, com fé.<br />
Permita que sua alma levite e encontre com Ele.<br />
Faça suas preces e ore a sua maneira.<br />
Deus lhe libertará da solidão.<br />
Se se sentir assim, chore,<br />
Chore profundamente,<br />
Deixe as lagrimas fluírem , os medos e aflições saírem.<br />
Reflita e se encontre.<br />
Seja feliz com você mesmo, pois,<br />
Solidão é não ter a si mesmo como amigo.<br />
Se isso fizer, não estará mais a sós,<br />
Pois solidão não é estar completamente só,<br />
É estar só incompletamente.<br />
Se algum dia sentir que não tem ninguém<br />
Que não há nada no mundo que possa lhe ajudar,<br />
Apenas chore e reze,<br />
Se encontre</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É a vida.</title>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/26/e-a-vida/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Apr 2008 22:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/26/e-a-vida/</guid>
		<description><![CDATA[O poeta deve ser como a
nódoa no brim:
Fazer o leitor satisfeito
de si dar o desespero.
Sei que a poesia é também
orvalho.
Mas este fica para as
menininhas, as estrelas alfas,
as virgens cem por cento e as
amadas que envelheceram
sem maldade.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O poeta deve ser como a<br />
nódoa no brim:<br />
Fazer o leitor satisfeito<br />
de si dar o desespero.<br />
Sei que a poesia é também<br />
orvalho.<br />
Mas este fica para as<br />
menininhas, as estrelas alfas,<br />
as virgens cem por cento e as<br />
amadas que envelheceram<br />
sem maldade.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nova poética</title>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/25/nova-poetica/</link>
		<comments>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/25/nova-poetica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 21:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/25/nova-poetica/</guid>
		<description><![CDATA[Vou lançar a
teoria do poeta sórdido
Poeta sórdido:
Vai um sujeito,
Sai um sujeito
de casa com a roupa
de brim muito bem
engomada, e na
primeira esquina passa
um caminhão, salpica-lhe
o paletó de uma nódoa de
lama:
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou lançar a<br />
teoria do poeta sórdido<br />
Poeta sórdido:<br />
Vai um sujeito,<br />
Sai um sujeito<br />
de casa com a roupa<br />
de brim muito bem<br />
engomada, e na<br />
primeira esquina passa<br />
um caminhão, salpica-lhe<br />
o paletó de uma nódoa de<br />
lama:</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/25/nova-poetica/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Auto-Psiografia</title>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/24/auto-psiografia/</link>
		<comments>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/24/auto-psiografia/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 21:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/24/auto-psiografia/</guid>
		<description><![CDATA[O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração
Autor: Fernando pessoa
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O poeta é um fingidor.<br />
Finge tão completamente<br />
Que chega a fingir que é dor<br />
A dor que deveras sente.<br />
E os que lêem o que escreve,<br />
Na dor lida sentem bem,<br />
Não as duas que ele teve,<br />
Mas só a que eles não têm.<br />
E assim nas calhas de roda<br />
Gira, a entreter a razão,<br />
Esse comboio de corda<br />
Que se chama coração</p>
<p>Autor: Fernando pessoa</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/24/auto-psiografia/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
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