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	<title>O Amor é Lindo</title>
	<link>http://www.oamorelindo.com/blog</link>
	<description>Um poema por dia, nem sabe o bem que lhe fazia...</description>
	<lastBuildDate>Sun, 16 Nov 2008 04:46:09 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Como sou feliz</title>
		<description>Quando tenho a certeza
Que não és ilusão, nem sonho
É uma sensação tão emocionante
Um sentimento de amor tão profundo
Que trocaria todo o mundo
Para viver só contigo
Para ser só teu.

Autor: Desconhecido </description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/05/03/como-sou-feliz/</link>
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		<title>Amo-te assim</title>
		<description>Amo-te assim
Sem enfeites nem disfarces
Ungida pela água.
Cabelo corrido pelos ombros,
Olhos brilhantes de alegria e volúpia
Toda amor mar e harmonia
Como se tivesses descido do céu
E uma nuvem fosse o longo véu
Que nos envolvesse eternamente.

Autor: Desconhecido </description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/05/02/amo-te-assim/</link>
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		<title>Ressurreição</title>
		<description>Como se num segundo ele se fosse,
Sem deixar resposta alguma,
Somente a memória,
Doces lembranças do seu calor
Seus lábios se estalando ao separar dos meus,
Após um longo momento de união,
Quando os dois corpos se uma alma.
Saudade...
Os momentos em que me apoiava,
Sentia as batidas aceleradas que vinham daquele peito,
No qual eu era docemente ...</description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/05/01/ressurreicao/</link>
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		<title>Procurando</title>
		<description>Por infinitas vezes tive essa sensação
Mas após um tempo...a perdi
Desconhecia o que realmente fazia-a manifestar-se dentro de mim.
Num intuito de liberdade, satisfação,
Ficava feliz sem a presença de qualquer semelhante.
Mas qual a causa dessa maravilhosa sensação que saciava-me?
Procurei companhia amorosa,
Outras vezes, amigável,
Procurei abrigo em palavras desconhecidas.
Tudo consegui mas nada realmente encontrei.
Fui ...</description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/30/procurando/</link>
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		<title>O silêncio dos que gritam</title>
		<description>A mim a solidão representa a liberdade
Liberdade que não encontro diante a multidão,
Aos risos, gritos e gestos,
As formas humanas em movimento.
Encontro-a somente em meio a calada da noite,
Quando todos os corpos se deitam
E o silêncio reina em meio aos sonhos.
Estranha liberdade,
Que me faz viver
Sou livre porque não há quem me ...</description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/29/o-silencio-dos-que-gritam/</link>
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		<title>Piedade</title>
		<description>O desespero vem
Como num piscar de olhos,
Não há nada,
Somente a escuridão,
Levemente apagada pela fraca luz da lua,
Que tende a desaparecer cada vez mais.
O breu amordecedor
Toma conta da minha alma.
Possuída estou,
Pelas sombras,
Mais fortes que eu
E em meu corpo penetram
Tornando-me vulnerável.
Não vejo mais nada
Tudo desapareceu,
A lua se foi
E já não sinto mais ...</description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/28/piedade/</link>
			</item>
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		<title>Se encontrar</title>
		<description>Viver só, não ter amigos,
Não ter a quem amar, não ser amado.
Não ter a quem sequer odiar.
Mas se conseguir se entender, se auto compreender,
Não estará mais só.
Se mesmo assim se sentir só,
Reze, com fé.
Permita que sua alma levite e encontre com Ele.
Faça suas preces e ore a sua maneira.
Deus lhe ...</description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/27/se-encontrar/</link>
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	<item>
		<title>É a vida.</title>
		<description>O poeta deve ser como a
nódoa no brim:
Fazer o leitor satisfeito
de si dar o desespero.
Sei que a poesia é também
orvalho.
Mas este fica para as
menininhas, as estrelas alfas,
as virgens cem por cento e as
amadas que envelheceram
sem maldade. </description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/26/e-a-vida/</link>
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	<item>
		<title>Nova poética</title>
		<description>Vou lançar a
teoria do poeta sórdido
Poeta sórdido:
Vai um sujeito,
Sai um sujeito
de casa com a roupa
de brim muito bem
engomada, e na
primeira esquina passa
um caminhão, salpica-lhe
o paletó de uma nódoa de
lama: </description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/25/nova-poetica/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Auto-Psiografia</title>
		<description>O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que ...</description>
		<link>http://www.oamorelindo.com/blog/2008/04/24/auto-psiografia/</link>
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